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Há
milhares de opções!
Escolher
o nome certo para um bebê é
uma missão dificílima. É
uma decisão de vida inteira, e
muitos pais querem ser originais, mas
sem cair na esquisitice. As opções
são muitas, e é fácil
ficar perdido. Além de tudo, você
vai ouvir todo tipo de palpite por parte
de parentes, amigos e até estranhos.
Por onde começar?
Comece a falar sobre o assunto com seu
parceiro o quanto antes, para conseguir
pelo menos algumas diretrizes básicas.
Tenha uma listinha sempre à mão,
para acrescentar um nome interessante
quando cruzar com ele ou quando tiver
uma inspiração súbita.
Há muita coisa para levar em conta
na hora de decidir o nome do bebê:
agradar à família, fugir
de apelidos embaraçosos e evitar
nomes que remetam a lembranças
ruins. Veja a seguir alguns pontos para
ter em mente:
•Som e compatibilidade.
Diga em voz alta o nome completo do seu
filho, com nome e sobrenome. Como ele
soa? O nome combina bem com o sobrenome?
Não se esqueça de tentar
também só o primeiro e o
último nome, no caso de haver vários
sobrenomes. Às vezes nomes mais
curtos combinam melhor com sobrenomes
compridos, e vice-versa. Cuidado com trocadilhos,
mesmo que eles pareçam bonitinhos
na hora. Lembre-se de que seu filho vai
conviver com eles pelo resto da vida.
Para quem tem mais de um filho, uma dica:
experimente gritar os dois nomes juntos,
como se estivesse chamando as crianças
para tomar banho. Se a língua enrolar
fácil, pense duas vezes. Chamar
os nomes em voz alta será uma das
coisas que você vai mais fazer na
vida!
•Originalidade.
Um nome incomum tem a vantagem de fazer
a pessoa se destacar. Um nome muito frequente
vai fazer com que seu filho acabe sendo
conhecido pelo sobrenome, porque sempre
haverá mais de um na classe, por
exemplo. Por outro lado, um nome estranho
demais, ou de pronúncia difícil,
pode acabar chamando uma atenção
indesejada para a criança. Uma
boa regra é: se o sobrenome for
comum, como Souza ou Martins, vale procurar
um nome mais original, ou talvez um nome
composto, para evitar que haja muitos
homônimos. Se o sobrenome for muito
diferente, talvez valha a pena investir
num nome mais consagrado e tradicional,
mais reconhecível.
Como no Brasil não há estatísticas
oficiais sobre os nomes mais comuns, dê
uma investigada nas escolinhas, ou faça
um passeio em maternidades, olhando os
enfeites das portas, para tentar descobrir
quais são os nomes mais na moda.
Assim você não se surpreenderá
de encontrar mais três Gabrielas
na classe da sua filha daqui a uns anos.
•Nomes repetidos.
Talvez você sempre tenha sonhado,
desde criança, em dar determinado
nome a seu filho, e, agora que finalmente
está grávida, sua cunhada
resolveu dar exatamente o mesmo nome ao
bebê dela, que acaba de nascer.
Por um lado é estranho ter dois
primos com o mesmo nome, mas por outro
você não precisa abrir mão
do seu sonho só por isso.
Uma alternativa é criar um nome
composto, para diferenciar o do seu filho,
e na intimidade chamá-lo só
pelo nome que você gosta. Se os
sobrenomes vão ser diferentes,
você pode bater o pé e usar
o nome que sempre planejou. Afinal, o
filho é seu! Aproveite e já
planeje um apelido de que você goste
-- ele será inevitável.
•Homenagens. Há
famílias que escolhem o nome de
acordo com a preferência religiosa,
e há outras que têm tradições,
como a de dar o nome do pai ao primogênito,
criando os Júniores, Filhos e Netos.
Se você concorda com a tradição,
ótimo. Se não, não
deixe que familiares imponham uma escolha
que não é a sua. Converse
francamente com seu companheiro, já
que ele é o principal envolvido
na história.
Se a tradição vencer e você
não encontrar escapatória,
pense num apelido de que goste bastante,
para chamar o bebê desde pequenininho.
Mesmo que o apelido fique só entre
vocês dois, você terá
a sensação de que pelo menos
teve alguma participação
na identidade do seu filho.
•Significado. No
dia-a-dia, pouca gente vai pensar no significado
do nome do seu filho, mesmo porque as
origens são obscuras e sujeitas
a questionamentos. Mas vale a pena levar
o significado em conta se ele for negativo:
é provável que seu filho
não fique muito feliz se descobrir.
•Apelidos e cacófatos.
Crianças sabem ser cruéis
quando querem. Por isso, ao escolher o
nome, pense em todos os potenciais apelidos
ligados a ele, para ver se não
há nenhum "perigoso". A criatividade
da maldade infantil é infinita,
portanto pode ser que você não
antecipe alguma gracinha. Mas não
custa evitar as brincadeiras mais óbvias.
•Grafia. O fato
de ter ou não de soletrar o nome
o tempo todo incomoda algumas pessoas.
Na hora de decidir que sobrenomes a criança
terá e qual será a grafia
do primeiro nome, imagine-se no papel
dela tendo de dar o nome completo a um
atendente qualquer, no balcão de
uma loja ou pelo telefone. Veja quanto
tempo o processo leva e tome sua decisão.
Quanto à grafia dos prenomes, a
tentativa de ser original pode acabar
se tornando um transtorno: pode ser que
sua filha ache chato ter de se apresentar
sempre como "Izabel com zê", ou
"Joanna com dois enes".
Fonte:
http://brasil.babycenter.com/pregnancy/
nome/como-escolher/
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