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As
flores estão voltando
Estão
voltando as flores
A natureza explodindo
Em matizes e cores
Tempo de florir os amores
Brilham de alegria
Os olhos em cores.
Estão
voltando as flores
E trazem em seu perfume
Promessas e oportunidades
Para novas e velhas amizades.
Flores
para todos os momentos
Flores para todas as idades
Flores que trazem lembranças
Flores que levam saudades.
Flores
que fazem sorrir
Perfumam os sentimentos
Acalentando nossos sonhos
Encantando nossos momentos.
Resplandecem
em todo canto
Têm para todas as ocasiões
Rosas colorem o amor
Vermelhas, aumentam paixões.
Brilham
de vida, as amarelas,
Matizadas pelo sol
Brancas pétalas aveludadas
Trazem paz ao coração.
É
a festa da primavera
Que vem com todo esplendor
Num clima de muita alegria
Renovam-se as esperanças
Refloresce o amor.
Estão
voltando as flores
Mensageiras da natureza
Trazem tanta beleza
De um arquiteto divino
Que criou esta grandeza!
Autor:
Fernando Vinícius Nascimento
Mãe Natureza
Eu
sou a Mãe Natureza
Criei tudo para vocês
Tudo isso é prova do
meu amor
Se vocês me amam
Cuidem de mim
Assim como cuidei de vocês.
As
queimas (fogos) me fazem chorar
A poluição me
faz gritar
O desmatamento parte o meu
coração
A falta de consciência
me faz viver em profunda solidão
Realizem transformação,
Pois, vocês estarão
cobertos de amor e de proteção.
Autor:
Márcia Corrêa
da Silva
Onde está a
natureza
Não
sinto mais o cheiro
Mal vejo as cores
Sei que não sou o primeiro
A perguntar onde estão
as flores
Onde
está o ar que respiro?
Para onde foram as sombras
das árvores?
A natureza dá um suspiro
Com suas ondas e tremores
Mal
posso ouvir o som dos pássaros
Sequer posso compreender as
pessoas
Cada uma segue seu passo
Sem
olhar à sua volta
Sem olhar as coisas boas
E a natureza se revolta.
Autor:
Diogo de Souza Prado
Natureza
Por
que judias tanto de mim?
De todas as certezas
Que o homen na sua ganância
Não mede conseqüências.
Por que me tratas assim?
Em
meus rios corre a vida
Neles, gero seu alimento
Em troca, lança seus
dejetos, seus lixos,
Causando grande tormento.
Temo
que um dia possa ser tarde
demais,
Por tamanha destruição
Você com seus mandos
e desmandos
Está caindo em desgraça.
Destruindo tudo que acha
Perdendo a razão.
Meus
pulmões já estão
manchados
Pelos gazes que me sufocam
Pelas queimadas em minhas
florestas
Ei, seres humanos, por que
não se tocam?
Meus
ursos polares quase não
têm o que comer,
sua alimentação
tão escassa...
Nos oceanos matam minhas baleias
Por que tanta desgraça?
Te
dou o perfume das rosas
Promovo até a cura
de suas doenças
Dou tudo que possa precisar
Pare um minuto e pense:
É vantagem me prejudicar?
Autor:
Sebastião Donizeti
Eugênio
Desabafo
da natureza
Minha
resposta cairá sobre
você e seus descendentes,
na fúria de meus furacões
e tsunames,
arrasarei até o mais
suntuoso já edificado,
enviarei a chuva ácida
sobre suas cabeças
insanas.
Provocarei
instabilidade em seu clima.
Dos frutos que tanto almeja
deleitar-se,
já não mais
comerás.
Antes
da sua invasão inconseqüente,
pairava sobre ti a calma brisa
a passar pelo seu rosto.
Hoje,
o que recebes são tempestades
carregadas de fúria.
No seio de minhas florestas
intocadas,
vivem meus animais amparados
por minha incansável
atribuição,
até o dia em que chegarão
suas máquinas,
seus tratores guiados por
seus operadores enlouquecidos.
Abraçarás
sem piedade com seus laços
de corrente
trazendo abaixo minhas filhas
centenárias,
ao qual meu coração
enchia-se de júbilo.
Já
não existem mais,
paira sob suas águas
um decomposto de dejetos químicos
e humanos.
Até
minhas reservas do líquido
da vida,
guardadas e intactas há
milhões de anos,
já foram descobertas.
Em
sua pseudo intelectuidade,
já pensas na invasão
quando isso for destruído.
Será,
então, o começo
do fim da sua soberania.
Autor:
Sebastião Donizeti
Eugênio
Os
Rios
Os
rios se destilam
em leitos macios e negros
agonizando-se
no sangue químico
que marginaliza
a vida
Seus
gemidos
dolorosas-rimas vermelhas
vomitam rosas negras
apodrecidas
E
as finas mãos
que deveriam tecer vidas
fabricam mortes.
Autor:
Hélio Soares Pereira
O
rio São Francisco
O
rio São Francisco é
uma riqueza
Nasce lá na Serra da
Canastra
Corta serras, matas e vales.
Desenha o seu percurso na
natureza.
Passa por aqui e banha nossa
região
Serve ao povo sua água
pura
Mata a sede e molha a agricultura
E ainda,faz caminho através
da navegação.
É um rio que só
traz alegrias
Para as famílias do
sertão.
E,
agora vem o homem
Falar em transposição
Levar as águas do rio
Para outras regiões
Que hoje sentem falta d'água
Nas casas,açudes e
plantações
Devido aos problemas causados
Pelas queimadas,desmatamentos
e poluições
Feitos de maneira aleatórias
No nosso "Grande Sertão
Veredas"
Mudando assim a história
Que um dia falou das grandezas.
Autor:
Silvana Maria Nogueira Leite
Os
mares e rios
Os
mares e rios, que beleza!
até nos tiram a tristeza
mas por que alguém
desejaria
destruir esta natureza?
Dizem
que daqui a alguns anos
não haverá água
nem para beber,
e as guerras serão
por causa dela
e não pelo "grande"
poder.
Os
mares, a cada dia,
recebem toneladas de poluição
então, chego a uma
conclusão,
o que está mais poluído
é o nosso coração.
Depois
de tudo o que falei,
cheguei a mais uma conclusão,
para não sofrermos
no futuro,
precisamos tomar uma precaução:
antes de despoluir o mundo,
devemos limpar nosso coração.
Autor:
Filipe Minussi Rossi
Lamento da Natureza
Mundo
chora, mundo lamenta
Chora suas tempestades
Deságua suas tormentas.
Sufoca
com as queimadas
Que o céu embaça,
Provocando miséria
e seca.
Seca
a vida,
Vidas secas e oprimidas.
Fome,
multidão maltrapilha
Chora, implora um pouquinho
De água e comida.
Amem
a natureza,
Salvem as suas vidas!
Autor:
Margot Rose
Natureza
O que sou de vida em teu colo
verde,
É, de verdade, mais
do que te oferto.
E se me recrio em teu solo
fértil
É que sempre me acolhes
no teu ventre.
E eu? Que faço eu?
Como te defendo?
Perdem-te as minhas mãos...
Não te liberto,
Nem te abarco... Também
não regenero,
Quando te acabo e penso que
retenho.
Como te restaurasses no teu
sangue,
Renasce em mim, também,
oh Natureza!
Que eu seja, enfim, a mão
que te orienta...
Porque se tens em ti uma realeza,
É essa de ensinar,
na própria seiva,
A quem te nasce e, por fim,
te alimenta.
Autor:
Luisa Lincce
A natureza
A natureza
é linda e
tão verde
como um
passarinho verde
A natureza
tem muitas
surpresas
como árvores,
flores, vontes,
cachueras,
rios, animais
e plantas
A
natureza
é bem interessante,
tem arvores
quase gigantes,
flores lindas de
varios tipose,
que têm as
cores do meu
vestido.
A
natureza
é linda.
Olhe só!
Quem diria?!
Os
animais são
de todos os
tipos, alguns
mansos, uns bem
bravinhos.
As
fontes têm
a agua toda
limpinha,
que pula com força
e
machuca nas
pedrinhas.
Oh!
Natureza
como tu és
bela!!
Autores:
Daiane Pereira de Souza ,
Cristiane Bittencourt Viana
e Natália Valaci
O Jardim
Consideremos
o jardim, mundo de pequenas
coisas,
calhaus, pétalas, folhas,
dedos, línguas, sementes.
Sequências de convergências
e divergências,
ordem e dispersões,
transparência de estruturas,
pausas de areia e de água,
fábulas minúsculas.
Geometria
que respira errante e ritmada,
varandas verdes, direcções
de primavera,
ramos em que se regressa ao
espaço azul,
curvas vagarosas, pulsações
de uma ordem
composta pelo vento em sinuosas
palmas.
Um
murmúrio de omissões,
um cântico do ócio.
Eu vou contigo, voz silenciosa,
voz serena.
Sou uma pequena folha na felicidade
do ar.
Durmo desperto, sigo estes
meandros volúveis.
É aqui, é aqui
que se renova a luz.
António
Ramos Rosa
Natureza
Natureza, minha irmã!
Debulha beleza
Tanta nobreza
Esnoba realeza
O
homem
Tão inconsciente
Às vezes, até
inocente
Destrói sem piedade
Matas, rios, fauna e flora
Deixando tudo na saudade
E agora,
O que será do futuro?
Um mundo vazio e escuro
Sem verde e sem ar puro
Completamente inseguro
Feito de pedra e de muro
Das águas só
o murmúrio
Dos rios só o lamento
E o homem tão desatento
Deixa tudo ao relento
Esqueça tanta bobagem
E trace sua meta
Põe a mão na
consciência
E comece a cuidar do Planeta!
Vamos
cuidar do Planeta!
Autor:
Jussára C Godinho
NO
RITMO DA NATUREZA, EU TE AMO!!!
Olho
pela janela e vejo a chuva
fina tornar-se apenas gotas
E essas gotas agora, cessam.......
O céu que até
a pouco estava nublado, triste
Agora, lentamente vai se abrindo,
Dando
passagem aos brilhantes raios
do Sol
Afastando as nuvens e deixando
o céu azul !! Lindo
!!!!!!!
Essa maravilha da natureza
Se repete com meus sentimentos
Toda
vez em que estou triste
E você, pouco a pouco,
letra a letra
Vem chegando, trazendo Luz,
Alegria
E muito Brilho a minha vida,
As
lágrimas secam
Os olhos retomam seu brilho
O sorriso aparece
O
coração toma
seu ritmo suave
Me envolvendo na gostosa sensação
Da certeza que você
é a Luz da minha Vida!!!
Autor:
Thais S. Francisco
Pela natureza
Quanto
se pode escrever
Acerca da natureza
Mas pergunto para quê
Neste mundo quem mais vê
Não sente grande tristeza!
Da
natureza escrever
E defendê-la a sério
Deve ser obra de todos
Mas cuidado, com bons modos
É o nosso maior império
Não
me fico por aqui
Volto noutra ocasião
Sejam melhor, bons e decentes
Pois serão menos doentes
Quando sofre o coração.
Vejo
hoje a natureza
Tão infestada, que
mal!
Não sendo grande tristeza
Mas o que á afinal?
Como
a estamos a alterar
Ela nem sendo alterável
Também se pode zangar
Deixar de ser tão afável
Ela
quer o que é seu
Que o homem tenta tirar
Ela já algo sentiu
Mas, mais se pode zangar
Tenhamos
muito cuidado
Não tirar, á
natureza
Tudo é amaldiçoado
E depois, vem a tristeza
...................................
E
quando essa vier
Remédio, já
não existe
Faça-se o que se fizer
Já que tu mãe
me pariste?
Tudo
sendo natureza
Reveja-se um nascimento
É afinal só
beleza
Mas, se houver arrependimento?
De
volta nunca mais pode
Quem nasce, p’ra trás
não vai
A natureza sacode
Pois esta também tem
pai
Se
não temos consciência
No viver de cada dia
Teremos a eficiência
De viver em agonia
.................................
A
natureza é vida
Não parece no momento
Tão doente ou florida
Tudo está em crescimento
Tudo
é seu, quem não
sabe?
Como espelho que nos vemos
Faça-se a sua vontade
Ela dará o que queremos
Que
seria a nossa vida
Com natureza alterada
Tanta coisa poluída
A vida quase estragada
É
agora, e p’ra frente?
Se tudo assim continua
Sofrerá muita mais
gente
Ou vivem todos na lua.
...................................
Quem
mal trata a natureza
Pela estupidez que tem
Também terá
com certeza
A injustiça de alguém
Quem
pensar ter o direito
De atentar á natureza
Pode sentir o conceito
Dessa sua esperteza
Quem
julgar ninguém o ver
Fazer “mal” á
natureza
Deverá tão pouco
crer
Com essa tal esperteza
Quem
não ouvir os conselhos
Tratar bem a natureza;
Receberá como azelhos
O prémio dessa grandeza
....................................
Gostaria
mais fazer
Por ti, rosa florida
Mas falta-me o tal poder
Além de te tanto te
querer
Só
para ti, nesta vida
Alguns que tão mal
te tratam
E conhecendo-te bem
Só pensam em seus interesses
E sabendo quem são
esses
Por tanto daquilo que tem
Só
vêm á sua frente
O que querem a seu jeito
Esquecem que assim aos poucos
Cada vez somos mais loucos
Quanto torto, era direito.
Autor:
Desconhecido
Essência Gaúcha
Essência
do Gaúcho:
O
Gaúcho lá do
campo
Se alinha com a natureza
Obedece com presteza
Mandamentos, teorias
Não costuma fazer nada
Que a Mãe Maior não
aprove
Pois quando ela se resolve
Manda tudo a lá cria!
Sabe
de Tempo e de Vento
De chuva, de Sol, de Lua
Na porta uma ferradura
Prá espantar o mau
olhado
Não canga com aguaceiro
Prá não pelar
o pescoço
E busca água pro poço
Com vara de pessegueiro!
Quando
passa pela Aroeira
Faz três vezes saudação
Evitando a erupção
Que deixa desfigurante
Não mata sapo no inverno
Que o tempo logo se enfeia
Amansa vaca na cheia
E só poda na minguante!
Tudo
que cresce prá baixo
Na minguante que se planta
Do contrário não
adianta
E se judia o vivente
Vai botá fora semente
Vingando só jujo e
erva
Já o que dá
em cima da Terra
Se planta só na crescente!
Prá
descascar uma ninhada
Tem que ser bem vigilante
Não se deita na minguante
Do campeiro é essa
essência
Mas se não tem experiência
Bota carvão num costado
Ou um prego enferrujado
Que já quebra essa
influência!
Se
quizer lenha bem seca
Que logo, logo incendeia
Retire depois da Cheia
Vai até o mato e comprova
Mas se quer madeira boa
Prá canga, canzil,
canoa
Eu te digo, fica boa
Se cortar depois da Nova!
São
crendices de Gaúcho
Que guarda com muito zelo
Aprendeu desde pequeno
Do Mundo ver as belezas
Deixa de lado incertezas
“E é por isso
que se cria
Uma perfeita harmonia
Do homem com a natureza!”
Autoria:
João Sasso
Mãe
Natureza
Raios de sol cintilam nos
jardins floridos,
o vento acaricia as flores
sem despetalar,
temperatura amena sob o céu
tão lindo,
na primavera que nos faz sonhar.
Colibris
bailam na sacada da varanda,
num vôo mágico
de magistral beleza,
múltiplas cores que
a alma encanta,
dádivas sublimes da
mãe natureza.
Nesse
cenário por Deus iluminado,
conspira e trama a inveja
nebulosa,
acompanhada da astúcia
e vil pecado,
que aponta espinhos, ignorando
as rosas.
Frutos
da árvore altiva e
frondosa,
que o detrator não
consegue alcançar,
mesmo ferida por pedras dolorosas,
oferece a sombra amiga, para
a ira aplacar.
De
repente o vento se agiganta,
transformando-se num tufão
destruidor,
desesperado o agressor abraça
a árvore santa,
que em seu desvario tanto
apedrejou.
Ao
serenar o vento alucinante,
e a tempestade que o apavorou,
ajoelhado verte um pranto
delirante,
rogando perdão a quem
a vida lhe salvou.
Nesse
encontro de paz e agonia,
fica a lição
que a vida o ensinou,
maior de todas virtudes e
fidalguia,
é ver no perdão
o verdadeiro amor.
FalcãoSR
Em natureza
Deitei-me no vento que se
desfolha
entre os sopros de um rio
que se esvai.
Fiz a minha cama como quem
olha
o raio de luz e sol, onde
a lua sobressai.
Dei
as mãos com o saber
desconhecido
e escondido nos penedos rasgados
plo mar.
Toquei, com a ponta dos dedos,
o sentido
perdido, bafejado num alento,
num cantar.
Com
a natureza espraiei a minha
visão
a uma tela de nuvens azuis
no horizonte,
a um tecido tingido de alvoroço
e emoção,
a um cântaro de barro
com a água da pura
fonte.
Autor: Tytta
A Natureza
Há quem fala
natureza e imagina
algo distante:
grande mata, uma floresta
um animal, um elefante
Saiba
que a natureza
não é só
o que é gigante
também são pequenas
coisas
preserve-la é importante
Se
põe fogo na floresta
o que solta um balão
ele faz o que não presta
ao jogar lixo no chão
Cuide
bem da natureza
no que está ao seu
alcance
muito faz quem faz um pouco
pense isto e passe adiante
Autor:
Fabienne Simenel
Vida é natureza
Vivi entre quatro paredes,
Medrando, temendo, medrosa;
Sofri muito mais por pensar
Que a vida é só
isso: paredes.
A vida é o verde, o
azul, o vermelho;
A vida é essa grama,
esse céu, esse lago.
A vida está além
da cidade cinzenta;
Vida é essa beleza,
Vida é natureza.
Autor:
Rosely T. Sales
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