|
Sabedoria
Que
dizes, viajante, de estações,
países?
Colheste ao menos tédio,
já que está
maduro,
Tu, que vejo a fumar charutos
infelizes,
Projectando uma sombra absurda
contra o muro?
Também
o olhar está morto
desde as aventuras,
Tens sempre a mesma cara e
teu luto é igual:
Como através dos mastros
se vislumbra a lua,
Como o antigo mar sob o mais
jovem sol,
Ou
como um cemitério de
túmulos recentes.
Mas fala-nos, vá lá,
de histórias pressentidas,
Dessas desilusões choradas
plas correntes,
Dos nojos como insípidos
recém-nascidos.
Fala
da luz de gás, das
mulheres, do infinito
Horror do mal, do feio em
todos os caminhos
E fala-nos do Amor e também
da Política
Com o sangue desonrado em
mãos sujas de tinta.
E
sobretudo não te esqueças
de ti mesmo,
Arrastando a fraqueza e a
simplicidade
Em lugares onde há
lutas e amores, a esmo,
De maneira tão triste
e louca, na verdade!
Foi
já bem castigada essa
inocência grave?
Que achas? É duro o
homem; e a mulher? E os choros,
Quem os bebeu? E que alma
capaz de os contar
Consola isso a que podes chamar
tuas dores?
Ah,
os outros, ah, tu! Crendo
em vãos lisonjeios,
Tu que sonhavas (e era também
demasiado)
Com uma qualquer morte suave
e ligeira!
Ah, tu, que espécie
de anjo sempre amedrontado!
Mas
que intenções,
que planos? Terás energia
Ou o choro destemperou esse
teu coração?
A julgar pela casca, é
uma árvore macia
E os teus ares não
parecem de vencedor, não.
Tão
desastrado ainda! e com a
agravante inútil
De seres cada vez mais um
sonolento idílico
A fitar pla janela o céu
sempre tão estúpido
Sob o astuto olhar do diabo
do meio-dia.
Sempre
o mesmo na tua extrema decadência!
Ah! — Mas no teu lugar,
e assumindo as culpas,
Um ser sensato quer impor
outra cadência
Com o risco de alarmar um
pouco os transeuntes.
Não
terás, vasculhando
os recantos da alma,
Um vício pra mostrar,
qual sabre à luz do
dia,
Algum vício risonho,
descarado, que arda
E vibre, dardejante, sob o
céu carmim?
Um
ou mais? Se os tiveres, será
melhor! E parte
Prà guerra e briga
a torto e a direito, sem
Escolher ninguém e
enverga a indolente máscara
Do ódio insaciado,
mas farto também...
Não
devemos ser tansos neste alegre
mundo
Onde a felicidade não
é saborosa
Se nela não vibrar
algo perverso, imundo,
E quem não quer ser
tanso tem de ser maldoso.
—
Sabedoria humana, eu ligo
a outras coisas
E, de entre esse passado de
que descrevias
O tédio, em conselhos
ainda mais penosos,
Só consigo lembrar-me,
hoje, do mal que fiz.
Em
todos os estranhos passos
desta vida,
Dos lugares e dos tempos,
ou também dos meus
«Azares», de mim,
dos outros, da estrada seguida,
Sempre retive apenas a graça
de Deus.
Se
me sinto punido, é
porque o devo ser.
O homem e a mulher não
estão aqui em vão.
Mas espero que um dia possa
conhecer
O perdão e a paz que
aguardam os cristãos.
É
bom não sermos tansos
neste mundo efêmero,
Mas pra que o não sejamos
na eternidade,
O que é mais necessário
que reine e governe
Nunca é a maldade,
mas sim a bondade.
Autor:
Paul Verlaine
Melhor Idade
Ouça
a voz da experiência:
(Talvez da senilidade...)
Quem disser "terceira
idade"
Não entendeu a seqüência:
Só
quem chega na velhice
É que começa
a viver,
Pois aprende o que fazer
Para fugir da mesmice.
Um
velhinho é um bom amigo:
Oferece amparo, abrigo,
Repouso, felicidade!
Quer
aprender a lição?
Basta abrir o coração
A alguém da melhor
idade...
Autor: Ederson Peka
Ser sábio
Da
loucura que me fez brilhante
Só sobrou-me um resto
de realidade,
Vivi cada momento e cada instante.
Com muita intensidade.
Tenho saudades de um passado
Que não esta assim
tão distante,
Componho-me sóbrio
e apressado,
Para um futuro relevante.
Não choro pelo pássaro
que voou
O que tenho nas mãos
é o importante,
Conservo intacto tudo o que
sobrou
Um pouco além do nada
já e o bastante.
Viver do passado é
ignorar o presente
É sonhar acordado e
viver divagando,
Ser sábio, porém...,
É guardar dentro da
gente,
Tudo o que, ao longo da vida
fomos aprendendo;
E ensinando.
Não torne sua vida
irrelevante.
Autor: Jose Aparecido Botacini
A Sabedoria
O
inteligente cria grandes coisas
O sábio, sabe aprova
- las
A inteligência facilita
o aprendizado
A sabedoria melhora o viver
Acreditar em Deus é
necessário
Muitos procuram lógica
para ter fé,
mas a fé não
é lógica, porem
nem cega,
é como o vento, não
podemos vê-lo,
mas podemos senti-lo
Não tente ser alto
suficiente,
ninguém é bom
o bastante pra ser
Busque sempre o conhecimento
Viva com zelo e atentamente
Não critique a Deus
com sua filosofia,
antes Crê Nele pra que
possa entendê-lo
Saiba, Ele é o senhor
de toda a sabedoria,
e o pensamento Dele não
é o do homem,
nem seus planos, nem sua teoria.
Autor:Diego Luiz Correia
Sabedoria
Sabedoria,
divino tesouro,
que com teu fogo me queimas,
quando quero chorar não
choro,
e se choro, tu me consolas.
Era
um velho lenhador da comarca
que não sabia ler nem
escrever,
só amava o fio de sua
acha
e sentia ânsia de viver.
Regava
o sulco com suas lágrimas
e amor sentia pela sabedoria,
sorriam suas faces pálidas
e embriagava-se de amor e
poesia.
Sabedoria,
sabedoria, sabedoria,
quanto me queimas,
exclamou o ancião que
morria
sob as avermelhadas estrelas.
Sabedoria,
licor dos deuses,
é licor que envenena
e por um caminho muito duro
meu espírito virá,
é terrível,
meu Deus, a tortura de esperar.
Sabedoria,
por ti levanto minha taça,
estou cansado de chorar,
sabedoria, a ti canto minhas
estrofes
e aguardo entre as rosas
o amor que logo voltará.
Sabedoria,
divino tesouro,
com teu fogo me queimas,
quando quero chorar, não
choro,
e se choro, tu me consolas.
Autor
Desconhecido
Poesia de Sabedoria: Comecei
a Viver!
Desde
que tudo me cansa,
Comecei eu a viver.
Comecei a viver sem esperança...
E venha a morte quando
Deus quiser.
Dantes,
ou muito ou pouco,
Sempre esperara:
Às vezes, tanto, que
o meu sonho louco
Voava das estrelas à
mais rara;
Outras, tão pouco,
Que ninguém mais com
tal se conformara.
Hoje,
é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sei que já nada é
meu senão se o não
tiver;
Se quero, é só
enquanto apenas quero;
Só de longe, e secreto,
é que inda posso amar.
. .
E venha a morte quando Deus
quiser.
Mas,
com isto, que têm as
estrelas?
Continuam brilhando, altas
e belas.
Autor:
José Régio
Ser Livre
Ser
livre é não
ser escravo das culpas do
passado nem das preocupações
do amanhã. Ser livre
é ter tempo para as
coisas que se ama. É
abraçar, se entregar,
sonhar, recomeçar tudo
de novo. É desenvolver
a arte de pensar e proteger
a emoção. Mas,
acima de tudo, ser livre é
ter um caso de amor com a
própria existência
e desvendar seus mistérios
Autor
Desconhecido
Ensine
Sabedoria
Um
dia uma criança chegou
diante de um pensador e perguntou-lhe:”Que
tamanho tem o universo?”Acariciando
a cabeça da criança,ele
olhou para o infinito e respondeu:”O
universo tem o tamanho do
seu mundo.”Perturbada,ela
novamente indagou:”Que
tamanho tem meu mundo?”O
pensador respondeu:”Tem
o tamanho dos seus sonhos.”Se
seus sonhos são pequenos,sua
visão será pequena,suas
metas serão limitadas,seus
alvos serão diminutos,sua
estrada será estreita,sua
capacidade de suportar as
tormentas será frágil.Os
sonhos regam a existência
com sentido.Se seus sonhos
são frágeis,sua
comida não terá
sabor,suas primaveras não
terão flores,suas manhãs
não terão orvalho,sua
emoção não
terá romances.A presença
dos sonhos transforma os miseráveis
em reis,faz dos idosos,jovens,e
a ausência deles transforma
milionários em mendigos
faz dos jovens idosos.Os sonhos
trazem saúde para a
emoção, equipam
o frágil para ser autor
da sua história,fazem
os tímidos terem golpes
de ousadia e os derrotados
serem construtores de oportunidades.Sonhe!
Autor:
Augusto Jorge Cury
Felicidade
Oi!
Meu nome é Felicidade.
Faço parte da vida
daqueles que tem amigos,
Pois ter amigos é ser
Feliz.
Faço parte da vida
daqueles que vivem
cercados por pessoas como
você,
Pois viver assim é
ser Feliz!
Faço parte da vida
daqueles que acreditam
que ontem é passado,
amanhã é futuro
e hoje
é uma dádiva,
por isso chamado presente.
Faço parte da vida
daqueles que acreditam
na força do Amor, que
acreditam que para
uma história bonita
não há ponto
final.
Eu sou casada sabiam?
Sou casada com o Tempo.
Ah! O meu marido é
lindo!
Ele é responsável
pela resolução
de
todos os problemas.
Ele reconstrói corações,
ele cura machucado,
ele vence a Tristeza...
Juntos, eu e o Tempo tivemos
três filhos:
A Amizade, a Sabedoria, e
o Amor.
A Amizade é a filha
mais velha.
Uma menina linda, sincera,
alegre.
A Amizade brilha como o sol.
A Amizade une pessoas, pretende
nunca ferir,
sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria,
culta, íntegra,
sempre foi mais apegada ao
Pai, o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam
sempre juntos!
O caçula é o
Amor.
Ah! Como esse me dá
trabalho!
É teimoso, às
vezes só quer morar
em um lugar...
Eu vivo dizendo:
Amor, você foi feito
para morar em dois corações,
não em apenas um.
O Amor é complexo,
mas é lindo, muito
lindo!
Quando ele começa a
fazer estragos
eu chamo logo o pai dele,
o Tempo, e aí o Tempo
sai fechando todas
as feridas que o Amor abriu!
Uma pessoa muito importante
me ensinou uma coisa:
Tudo no final sempre dá
certo, se ainda,
não deu, é porque
não chegou o final.
Por isso, acredite sempre
na minha família.
Acredite no Tempo, na Amizade,
na Sabedoria e,
principalmente no Amor.
Aí, com certeza um
dia, eu, a Felicidade,
baterei à sua porta!
Tenha Tempo para os Sonhos
Eles conduzem sua carruagem
para as Estrelas.
Autor
Desconhecido
Minutos de Sabedoria
Somos o que passamos ser diante
de cada atitude tomada, apenas
a mesma é capaz de
revelar e subestimar o caráter
de cada um.”Já
é tempo de parar e
refletir. “O que eu
contribuí para torna
um mundo melhor?”. Antes
de fazer isso você para
e pensa se você já
se mudou intimamente.
A capacidade de discernir
o certo do errado está
em acertar errando mais nunca
permanecer no erro.
Quando falamos ações
como “devemos amar o
nosso inimigo como o nosso
amigo” é fácil,
mas o difícil é
praticá-la no dia-a-dia.
Autor
Desconhecido
Somos poema de Deus
Fazia eu ao Senhor a minha
oração
Deus, por seu anjo pediu-me
um poema sobre as Belezas
de toda a Criação
Quando escrevi falando do
Sol,
Senti Suas mãos me
aquecendo
Ao falar da lua senti Sua
ternura me envolvendo
Falando eu dos animais sentia-O
me embalar como a uma criança
Falando das árvores
e das flores, senti Seu sopro
de esperança
Falando das águas,
senti Seu mergulho em mim
com Seu mistério a
me proteger
Falando do céu senti
Seu azul a me acolher
Falando do fogo senti Sua
chama purificando-me o ser
Falando do ar senti Seu sopro
divino a renovar meu viver
Terminado o breve poema
Apresentei-Lhe tudo quanto
escrevi Ouvi-o então
dizendo:
"Prossegue, tu não
falaste de ti"
Somos poema de Deus - Fazia
eu ao Senhor a minha oração
Deus, por seu anjo pediu-me
um poema sobre as Belezas
de toda a Criação
Quando escrevi falando do
Sol, Senti Suas mãos
me aquecendo
Ao falar da lua senti Sua
ternura me envolvendo
Falando eu dos animais sentia-O
me embalar como a uma criança
Falando das árvores
e das flores, senti Seu sopro
de esperança
Falando das águas,
senti Seu mergulho em mim
com Seu mistério a
me proteger
Falando do céu senti
Seu azul a me acolher
Falando do fogo senti Sua
chama purificando-me o ser
Falando do ar senti Seu sopro
divino a renovar meu viver
Terminado o breve poema. Apresentei-Lhe
tudo quanto escrevi
Ouvi-o então dizendo:
"Prossegue, tu não
falaste de ti"
Autor
Desconhecido
Sabedoria
Gastamos
o intervalo de tempo
a que vida chamamos
em busca do sentido, procurando
nos hiatos do universo
as nossas razões.
Do sussurro do regato ao estrondo
da cascata,
do sorriso de um dia de sol
às lágrimas
copiosas da tristeza
mesclada de cinza de um dia
molhado.
Do afago carinhoso da brisa
estival
à fúria ciclónica
da monção,
da vela enfunada que deu novos
mundos
à farinha moída
que nos dá o pão.
Da chama que brilha zombando
das trevas
que a mente invade,
às áreas ardidas
pela ambição.
Do cheiro molhado da terra
revolta pelos pés descalços
que saboreiam
a doce frescura que nos alimenta,
às dunas de sonhos
que te protegem
das áridas mentes que
te rodeiam.
Do sentir sentido das emoções
que te dominam,
às ânsias ardentes
da esperança
silente que em ti permanece.
De que fizemos, por que fizemos,
onde fizemos?,
e nosso mundo se desvanece
em busca do porquê.
E agora que o tempo usaste
para descobrires,
estás mais sábio:
sabes a razão de muito!
Sábio é aquele
que contempla
sem perceber...
que aproveita sem entender...
que goza nos ténues
fios da teia da vida
sem se deter...
que no seu íntimo encontra
o equilíbrio das emoções
e o partilha...
que é um na natureza.
E este, quando esta etapa
se escoa,
não desperdiçou
o tempo.
Autor:
António Castel-Branco
Determine-se
Os
outros determinados...
Você sem motivos para
se determinar...
Os outros decididos...
Você envolto em indecisões...
Os outros indo e vindo...
Você parado, no mesmo
lugar...
Os outros se encontrando...
Você vivendo sucessivos
desencontros...
Aí você para
e pensa...
Que de repente, em meio à
6,6 bilhões de almas...
Você precise apenas
de 1...
Amar a vida, é amar
a você mesmo. A paz
mundial só será
possível se cada um
de nós tiver encontrado
a paz interior...
Autor:
Lucas Marques
Desejo a Você
"Desejo
que você
Não tenha medo da vida,
tenha medo de não vivê-la.
Não há céu
sem tempestades, nem caminhos
sem acidentes.
Só é digno do
pódio quem usa as derrotas
para alcançá-lo.
Só é digno da
sabedoria quem usa as lágrimas
para irrigá-la.
Os frágeis usam a força;
os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una
seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina
produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de idéias.
Lute pelo que você ama."
Autor
Desconhecido
Leitura: Essência da
Sabedoria
A
leitura nos faz viajar
Por lugares nunca vistos,
Por terras desconhecidas,
Por lugares tão bonitos
Que transforma nossas mentes,
Deixando-nos mais eruditos.
A
leitura faz a gente
Se sentir mais importante.
A leitura é coisa fina,
A leitura é diamante
Que lapida a nossa mente,
E nos transformando em gigante.
A
leitura é um prazer
Que encanta e que transforma.
O ser humano que ler
Vira contador de história,
Fica mais inteligente
E muito mais cheio de glória.
A
leitura é uma viagem
Por mundos que não
vivemos,
Por lugares reais ou fictícios
Os quais nós descobriremos.
Essência da sabedoria,
Com ela nós aprendemos.
Sem
leitura o ser humano
É chamado analfabeto.
Não consegue entender
nada,
Nem o que lhe está
mais perto.
Por isso, meu caro amigo,
Leia mais! Seja esperto!
Autor:
Carlos Soares
|