Jamais
se extingue o ódio
com o ódio. O ódio
só se extingue com
o amor; esta é a lei
eterna.
A prática da tolerância
ajuda-nos a controlar a mente
temerosa e irada.
Em qualquer circunstância,
o sábio não
emprega palavras fúteis,
nem se deixa levar pelo desejo;
a dor e a alegria não
o alteram.
A melhor oração
é a paciência.
Os que não se impacientam
colherão os frutos
daquilo a que de coração
aspiram.
Quem não vigia nem
é vigiado, vive feliz,
liberto do jugo da concupiscência.
Os que temem o que não
se deve temer e não
temem o que se deve temer,
envolvem-se em falsas ideias
e enveredam por esconsos caminhos.
Pela meditação
se ganha a sabedoria; pela
falta de meditação
se perde a sabedoria. Se o
homem conhece este duplo caminho
de ganho e perda, coloque-se
naquele em que a sabedoria
aumenta.
Quando a alegria se torna
tristeza e o bem estar infortúnio,
as almas pacientes extrairão
prazer mesmo da dor.
Pela reflexão, comedimento,
auto-domínio, os sensatos
podem tornar-se uma ilha que
nenhum dilúvio poderá
inundar.
O ódio é a erva
daninha da humanidade.
Quem se entrega à vaidade
e não se entrega à
meditação, com
o tempo invejará aquele
que se esforçou na
meditação.
A causa do sofrimento humano
encontra-se, sem dúvida,
nos desejos do corpo físico
e nas ilusões das paixões
mundanas.
Em qualquer circunstância,
o sábio não
emprega palavras fúteis,
nem se deixa levar pelo desejo;
a dor e a alegria não
o alteram.
Nada mesquinho ou confinado
se pode deter sempre no coração
que sente ilimitada piedade
por todas as coisas vivas.
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